Que ziriguidum que nada! Carnaval é bom ou para viajar ou para descansar, mas em qual das duas opções apostar? Sempre apostei em descansar e organizar minha eterna bagunça, porém este ano foi diferente, resolvi apostar em algo digamos… mais emocionante…
Quer dizer que a “bonequinha delicada” vai fazer ecoturismo e esportes radicais?
Vai fazer não! Já fez!
Se valeu a pena?
Bem, acredito que uma imagem vale por mil palavras, confiram:
1º dia: Bóia Cross
O percurso é feito em grupos de quatro a seis pessoas, mais o instrutor. O objetivo é descer as corredeiras (nível leve) em cima de uma bóia.

Momento de descanso antes de encarar as próximas corredeiras.

Passando pelo rio
2º dia: Rafting
Aqui o objetivo muda um pouquinho, nada de individualidades. O que conta é o sincronismo dos remadores para executar os comandos e descer as corredeiras (nível leve e médio). Pisooooo!

Grito de Guerra: “Chá de Cogumelo!” (Não me perguntem como surgiu isso…)

Preparados para a próxima corredeira.
3º dia: Arvorismo, Tirolesa e Rapel
O arvorismo consiste em chegar até a cachoeira roseira passando por diversos obstáculos, dentre eles treze atividades por cima das árvores, pequenos rios e mesmo cavalos correndo pelo campo. Em seguida vem a tirolesa e por ultimo o rapel com vista panorâmica para a cachoeira como recompensa.

Arvorismo: A apressadinha de rosa lá na frente soy yo.

Rapel: Descida pelo paredão antes de visualizar a cachoeira, tô de próxima!

Cachoeira Roseira: Enquanto eu descia de rapel vi um arco-íris!
4º dia: Eco-Tirolesa
O quarto dia foi um brinde bem vindo. Pelo cronograma da agência nossas atividades radicais tinham sido cumpridas, mas na fazenda onde ficamos havia a eco-tirolesa, uma tirolesa básica com direito a um “pseudo-mergulho” no lago.

O instrutor apita e aguarda a resposta vinda do outro lado, é o sinal para ir em frente.

Este é o lago, ponto final da eco-tirolesa
Depois da rodada de eco-tirolesa, ainda sobrou fôlego para uma voltinha no lago com o remo e a bóia usada no bóia-cross. Infelizmente não foi registrada esta parte porque lembrei da máquina fotográfica quando já estava na metade do lago. Os meninos ainda se aventuraram no caiaque.
O mais interessante após esta imersão no ecoturismo é que de volta à Sampa City os obstáculos “naturais”, criados pelas chuvas de verão aqui na cidade, ficam mais fáceis de aturar. :p
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